
VII SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA DA FPS: ARTE COMO FERRAMENTA DE EXPRESSÃO, RESISTÊNCIA E TRANSFORMAÇÃO
Em um país onde o racismo ainda estrutura relações sociais e institucionais, falar sobre Consciência Negra é uma forma de enfrentamento. A Faculdade Pernambucana de Saúde em prol do setor de Serviço Social, Diversidade e Inclusão, convidam a comunidade acadêmica a refletir criticamente sobre o papel da arte como instrumento político e social na luta contra o racismo e na valorização da identidade negra.
A programação da VII Semana da Consciência Negra da FPS: Arte como Ferramenta de Expressão, Resistência e Transformação contará com roda de conversa, oficina e feira de artesanato que convidam cada participante a aprender e contribuir com a construção de uma sociedade mais justa e plural.
Confira aqui:
17/11/2025 — Feira Comunitária (Edição Exclusiva) – Área de Convivência
Com a presença da Coletiva da Feira de Mulheres Pretas e dos Licores Maracatu.
14h — Sala de Exposição 16 (2º andar)
Roda de Conversa:
“A Arte como Ferramenta de Expressão, Resistência e Transformação”
• Convidados:
Matheus Vinícius, Diretor de Arte da FPS, publicitário e pesquisador das masculinidades pretas, indígenas e racializadas na América Latina.
Fagner Cleiton (“Luther”): Homem negro, periférico, bacharel em Serviço Social, pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), graffiteiro e Educador Popular.
Mediação:Carla Figueirôa, Tutora da FPS.
Importante: Não precisa fazer inscrição.
18/11/2025 – 14h — Sala de Exposição 16 (2º andar)
Oficina de Colagem: “Colagem em Direção à Memória Ancestral”
• Com: Lídia Vidigal
Gestora em Marketing, Designer gráfico, Mestranda em Educação Cultura e Identidade pela Fundação Joaquim Nabuco e Universidade Federal Rural de Pernambuco – PPGECI. Atual nas Escolas Técnicas Do Estado de Pernambuco ETEPAF Em Artes Visuais e Teatro E ETEMB Disciplinas de Design Gráfico e Artes. Ministrando disciplinas de Ilustração e Artes. Colagista por paixão, desenvolvendo técnicas de Colagem com Aquarela e Texturas em Séries como “Mulheres que inspiram” e outros movimentos artísticos.
Sobre a oficina:
Quais as memórias de nossos antepassados? Como a memória é transmitida socialmente e o que escolhemos dela arquivar? Esta oficina propõe um espaço de reflexão e experimentação criativa com colagem expandida para pensar a memória como um receptáculo de imagens, lembranças, afetos e histórias, da dimensão individual.
Os participantes são convidados a trazer:
• Fotografias antigas
• Imagens, objetos afetivos
• Tecidos, papéis, linhas e outros materiais pessoais
(Haverá materiais disponíveis, mas itens próprios tornam a experiência mais potente.)
INSCREVA-SE AQUI:
Acreditamos que a arte proporciona um espaço de questionamento, diálogo e reconstrução de perspectivas, onde se afirmam identidades, se desconstroem estereótipos e se inspiram novas formas de existir.
Transformar é um ato coletivo.



