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Alunos do 7º Período de Educação Física da FPS Iniciam Práticas Corporais de Lazer com Comunitários na Praça Antônio Carlos Figueira 

A Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS) deu início com grande entusiasmo a mais uma importante ação de responsabilidade social e integração comunitária: o “Projeto de Estágio Supervisionado: Práticas Corporais de Lazer na Comunidade”. A iniciativa, desenvolvida como estágio curricular obrigatório para os estudantes do 7º período do curso de Bacharelado em Educação Física, já está movimentando os moradores do entorno da praça Antônio Carlos Figueira (praça do viaduto do aeroporto). 

Para garantir a máxima segurança, eficácia e personalização dos exercícios oferecidos, o projeto teve seu início no Laboratório de Performance Humana (LPH) da FPS. Nessa primeira etapa, os comunitários – adultos de meia-idade e idosos com 50 anos ou mais – passaram por uma rigorosa e detalhada bateria de avaliações físicas e do estado de saúde. O preceptor do estágio e autor do projeto, tutor Anderson Almeida, responsável pela supervisão direta de todas as ações, explica que o mapeamento completo da condição física dos participantes é fundamental para o sucesso do trabalho: 

“Iniciamos o projeto acolhendo a comunidade no nosso Laboratório de Performance para um diagnóstico completo do estado de saúde. Realizamos a aferição da pressão arterial, frequência cardíaca, teste de glicemia, avaliação do estado nutricional (IMC), composição corporal (com análise do percentual de gordura, de massa muscular e de massa óssea) e indicadores antropométricos de risco cardiovascular. Além disso, aplicamos testes neuromotores essenciais para esse público, como força de preensão manual aferida com dinamômetro, potência de membros inferiores e teste de flexibilidade, além do teste cardiorrespiratório para avaliar a capacidade aeróbica. Essa avaliação prévia é o que nos dá a segurança indispensável para prescrever as atividades físicas e acompanhar a evolução de cada participante”, destaca Anderson Almeida

A infraestrutura e o suporte do Laboratório de Performance Humana foram peças-chave no processo. A coordenadora do laboratório, Natália Rocha Leão, enfatiza a importância de unir a tecnologia do LPH às demandas comunitárias: 

“Nosso laboratório conta com estrutura de ponta para avaliações precisas. Oferecer esse suporte inicial ao projeto é motivo de grande orgulho, pois além de garantir a saúde dos comunitários, possibilita aos nossos estagiários a aplicação prática de técnicas e equipamentos modernos de avaliação física. O LPH cumpre perfeitamente sua missão de aliar o ensino, a pesquisa e a extensão em benefício da sociedade”, pontua Natália Rocha Leão

Com o respaldo e apoio da coordenação do curso de Educação Física, o projeto fortalece a formação acadêmica aliada à promoção do bem-estar social. O coordenador do curso, Fernando Guimarães, reforça o impacto dessa vivência: 

“Este projeto materializa o compromisso da FPS com a formação integral. Ao mesmo tempo em que promovemos saúde, lazer ativo e qualidade de vida para a população atendida, oferecemos aos estagiários a oportunidade de vivenciar a prática profissional supervisionada, desenvolvendo competências técnicas, sociais e humanísticas indispensáveis para o mercado de trabalho”, salienta Fernando Guimarães

Concluída a etapa de avaliações no laboratório, o projeto avançou para a sua fase prática e as atividades na Praça Antônio Figueira já estão a todo vapor! 

Realizadas às terças e quintas-feiras, as sessões reúnem os comunitários em uma rotina dinâmica que abrange desde o monitoramento contínuo das medidas hemodinâmicas até atividades de mobilidade articular, alongamento muscular, caminhada e corrida orientada, treinamento funcional, dança, exercícios de equilíbrio/coordenação motora e jogos esportivos adaptados. Mais do que exercícios, a praça tornou-se um ponto de encontro, socialização e alegria, comprovando que o lazer e a atividade física orientada são ferramentas potentes de saúde e transformação comunitária.